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Inteligência artificial: entenda o impacto dela nos negócios

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Escrito por Fortes Tecnologia
Atualizado em: 06/02/2020 Tempo estimado de leitura: 18 minutos

Há muito já se comenta que o avanço da tecnologia acontece de um modo muito mais veloz do que antes. Basta perceber que muita coisa que parecia limitada ao universo de filmes de ficção científica já ganhou vida. Nós ainda não temos carros voando por aí, mas os drones estão cada vez mais evoluídos. Soma-se a isso alguns robôs capazes de manter uma conversação tão espontânea que fica difícil notar qualquer grau de artificialidade. O fato, entretanto, é que essas e outras proezas se devem ao aprimoramento constante da chamada inteligência artificial (IA).

Inteligência essa que está muito mais próxima da sua empresa do que você imagina. Acompanhar o ritmo das mudanças tecnológicas já é um grande diferencial competitivo para vários tipos de negócio. Mesmo que você pense que tem algo muito simples para dialogar com tanta sofisticação tecnológica, a inteligência artificial está mais próxima do que imagina.

A seguir, você conhecerá os principais aspectos relacionados a uma inteligência que ganha vida própria nas mãos de seres humanos ultraintuitivos. Daqui para a frente, a relação entre pessoas e máquinas nunca mais será a mesma. Para vislumbrar um futuro próximo, você só precisa de mais informação e uma boa dose de criatividade. Boa leitura!

O que é a inteligência artificial?

Ao contrário do que possa parecer, a inteligência artificial não é algo necessariamente novo. Na verdade, esse conceito visionário surgiu em 1956. Sim! Faz tempo que a humanidade vem tentando criar máquinas tão complexas quanto os próprios seres humanos.

Se demorou um pouco para a IA engrenar, isso não foi culpa do pessoal da época, e sim do nível dos algoritmos disponíveis. Além disso, a capacidade de processamento e a disponibilidade de dados eram empecilhos ao desenvolvimento da IA.

A título de comparação, nós podemos estabelecer parâmetros entre os filmes da mesma época com outros, produzidos décadas depois. O abismo fica bem evidenciado, pois a tecnologia disponível antigamente não era das melhores. Em termos tecnológicos, felizmente, os tempos são outros e têm como um dos focos principais o aprimoramento da Inteligência artificial.

Talvez a forma mais fácil de compreender a IA seja por meio do paralelo estabelecido com as línguas e a capacidade de desenvolvimento da linguagem humana. Isso será abordado detalhadamente logo mais abaixo, em processamento de linguagem natural (PNL).

Por ora, enxergue a inteligência artificial como a capacidade de uma máquina aprender a se desenvolver como um ser humano. Note que esse é um super-resumo e que o processo envolve alguns aspectos interessantes.

Na prática, o que nós temos são máquinas operadas por sistemas que não se limitam à programação inicial. É como se fosse uma criança já em idade suficiente para acelerar a sua própria aprendizagem. Quando estamos nos desenvolvendo, usamos contínua e frequentemente um banco de dados de experiências anteriores. A IA é baseada em um funcionamento semelhante.

Assim como os seres humanos, as máquinas dotadas de IA conseguem realizar escolhas com base naquilo que elas já aprenderam. Naturalmente, o grau de precisão delas é maior do que o nosso, já que as deliberações em questão são totalmente racionais. Por sinal, essa é a enorme diferença entre supermáquinas e seres humanos: a influência das emoções é uma exclusividade dos segundos.

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Se pensarmos no funcionamento das máquinas em um período anterior à IA, chegaremos às bases clássicas da programação de sistemas para computadores. O primeiro pilar determinante do grau de eficácia das operações é a qualidade dos conjuntos de dados disponíveis para processamento. Em segundo lugar, aparecem a disponibilidade de dados não processados.

Para entender melhor o funcionamento, basta pensar em uma pesquisa científica. A fim de obter os melhores resultados, o pesquisador precisa de um recorte e de certo volume de dados. A qualidade dos dados iniciais é fundamental para o levar à descoberta de informações valiosas. No entanto, é possível trabalhar com os chamados “dados ruins” e, mesmo assim, chegar a grandes conquistas.

Para tanto, o pesquisador deve apresentar um raciocínio acima da média. Quanto mais rápido e preciso ele for, melhores serão as suas conclusões a respeito daquele objeto de estudo. A grosso modo, o paralelo com os computadores seria a qualidade das unidades de processamento.

A inteligência artificial parte da mesma premissa, mas exibe resultados ainda mais relevantes. Com a cloud computing se expandindo em larga escala e o aumento exponencial do volume de dados, montou-se o cenário propício para o aperfeiçoamento da IA.

Imagine uma máquina que rode um sistema criado para coletar dados na nuvem, organizá-los e tomar decisões em milésimos de segundo. Eis o caminho da inteligência artificial. Conforme os anos passam, a tecnologia usada na IA melhora, o que produz resultados surpreendentes, como o do assistente virtual do Google.

Colocando dessa forma, parece até que é simples fazer uma máquina pensar. Além da PNL, comentada anteriormente, há dois fatores decisivos para o pleno desenvolvimento da inteligência artificial:

  • machine learning;
  • deep learning.

Machine learning

Logo pela expressão, já é possível deduzir que se trata de algo vinculado à aprendizagem das máquinas. Antes da IA, os computadores dependiam unicamente da qualidade da programação dos sistemas. Qualquer falha resultaria em bugs, que criam barreiras para a concretização de determinadas ações executadas pelo usuário. Vale notar que até hoje nós sofremos com bugs que inviabilizam uma série de trabalhos. Alguns são corrigidos mediante atualizações. Já outros, parecem um problema eterno.

Com o machine learning, o foco reside em fornecer dados suficientes para que as máquinas tomem suas próprias decisões. Entre muitas coisas, isso significa que todo aquele direcionamento concedido pelo sistema operacional fica em segundo plano. Em vez de receber ordens pré-concebidas, a máquina é feita para criar as suas próprias regras. Tudo isso, é claro, a partir da quantidade e qualidade dos dados disponíveis — não custa frisar.

Deep learning

E se toda essa capacidade de aprendizagem fosse levada mais a fundo? Os fatos do passado são fundamentais para estudar os mecanismos de funcionamento das “engrenagens” envolvidas nos mais diversificados processos. A partir dessas análises, é possível determinar as chances de algo vir a se repetir no futuro.

O deep learning é uma tentativa de replicar a operação das redes neurais humanas. O objetivo é proporcionar à máquina os meios necessários para aprender, por conta própria, o funcionamento de mecanismos mais complexos.

O avanço dessa autonomia prepara a máquina para se defender de tentativas de invasão ao seu sistema, por exemplo. Outras ilustrações mais do que pertinentes são os modelos usados para reconhecimento facial e de fala.  

Processamento de Linguagem Natural (PNL)

Finalmente, chegamos ao terceiro fator associado à inteligência artificial. O funcionamento sob o qual se reveste o desenvolvimento da linguagem humana é algo extremamente complexo. Por linguagem humana, é importante se ater à linguagem de fato, ramificada entre a oral e a escrita.

Para que uma criança aprenda qualquer língua do mundo, basta que ela entre em contato com os falantes nativos dela. Com o passar do tempo, chega o momento em que o indivíduo começa a pronunciar as primeiras palavras. O que parece mágica é, na verdade, consequência de uma série de eventos internos e externos.

Gradualmente, o cérebro humano coleta os dados (as palavras) com os quais entre em contato e cria um catálogo próprio. Quando estiver pronto, ele passa a combinar os diferentes tipos de palavras (verbos, substantivos, etc.). Essa habilidade de selecionar e combinar está intimamente ligada à inteligência artificial.

Um dos segredos da IA de alto nível também se deve ao grau de sensibilidade da interpretação dos dados utilizados. A partir daí, derivam aquelas tentativas dos sistemas de identificar e replicar certos padrões da comunicação humana.

O efeito disso tudo é ainda um tanto quanto estranho, como o uso exagerado da expressão “amei”. Ela é utilizada por muitos sistemas com a intenção de verificar se o usuário gostou muito daquela experiência, como um filme. O problema é que nem todo mundo se expressa dessa forma para exibir o mesmo entusiasmo — nem podemos dizer que é a maioria.

De fato, criar um sistema realmente capaz de imitar o comportamento espontâneo da fala humana é um desafio relevante. No entanto, vários indícios apontam que os desenvolvedores estão no caminho certo. A evolução do chatbot é um ótimo exemplo.

Como a inteligência artificial funciona?

Com a computação em nuvem, o sistema baseado na inteligência artificial já reúne o volume de dados ideal. Com essa base de dados sólida e ampla, basta que os conceitos de machine learning e deep learning sejam devidamente explorados.

Porém, a IA não para por aí. Ela ainda está interligada a outros mecanismos que ajudam materializá-la. A Internet das coisas, por exemplo, depende de um nível de automação propiciado justamente pela inteligência artificial. De acordo com o sistema usado em uma casa inteligente, o convívio com os moradores cria configurações automáticas. Conforme a temperatura ambiente, o sistema pode decidir, sozinho, qual seria (normalmente) a temperatura ajustada manualmente pelo usuário naquelas condições.

Também convém ressaltar que, além dos algoritmos, a inteligência artificial evolui em paridade com as APIs (interface de programação de aplicativos). Os resultados esperados só acontecem, por fim, se houver unidades de processamento gráfico desenvolvidas com tecnologia de ponta.

De que forma ela pode ser aplicada nas empresas?

A essa altura, é normal que muitas pessoas se questionem como aplicar a inteligência artificial nas suas empresas. O uso da IA é uma excelente forma de implantar a cultura da inovação no seu negócio. Ao inovar, a organização fortalece as suas estruturas e aprende a cultivar o pensamento disruptivo.

Além de personalizar a recomendação de produtos ou serviços para os clientes, a IA também marca presença em nossas vidas de outras maneiras. Na sequência, serão apresentados usos relevantes da inteligência artificial no ambiente corporativo.

Captura e análise de imagens

Nas empresas, ela pode ser usada em sistemas de reconhecimento facial. Com isso, a organização ganha mais segurança quanto ao fluxo de pessoas autorizadas a adentrar as dependências. A adoção desse tipo de mecanismo otimiza o reconhecimento manual, geralmente feito pela comparação com entre o indivíduo e a foto de um documento de identificação.

Indo além, o reconhecimento facial tende a ser muito útil em áreas restritas da empresa. Com a tecnologia, fica mais fácil controlar o acesso interno dos próprios colaboradores. Em muitas empresas, existem laboratórios de pesquisa minuciosamente monitorados. Nesses casos, a adoção de uma IA de última geração é uma forma de proteger o valor de descobertas inestimáveis.

Aplicativos inteligentes

Ao elevar a usabilidade dos aplicativos a outro patamar, a IA libera os colaboradores de atividades repetitivas e cansativas. Pense bem em toda uma série de rotinas que poderiam ser executadas rapidamente pelos aplicativos certos.

Em princípio, os gestores tendem a ficar com receio de investir em tecnologia, alegando que o custo elevado. A experiência, entretanto, demonstra que os aplicativos inteligentes geram uma profunda economia em um médio e longo prazo.

Isso acontece porque os funcionários se tornam muito mais produtivos, sendo direcionados a tarefas que realmente alteram a lucratividade do negócio. Soma-se a isso a diminuição ou eliminação de pequenas falhas que, acumuladas, transformavam-se em gasto desnecessário para a empresa. O melhor disso tudo é que os aplicativos são customizados de acordo com as necessidades de cada organização.  

Recomendações personalizadas de produtos

As empresas que se destacam no mercado têm muitas características em comum. Em qualquer ramo, manter um bom relacionamento com consumidores e clientes é a chave do sucesso de um negócio. Para isso, você precisa conhecer melhor o perfil das pessoas que tanto se interessam pela sua marca. Nesse sentido, a inteligência artificial é igualmente essencial na hora de avaliar o comportamento do consumidor.

Um exemplo simplificado desse processo é a indicação de músicas e filmes efetuada pelas plataformas de streaming de dados. Se nós prestarmos bastante atenção e voltarmos um pouco no tempo, constataremos que a precisão dessas sugestões melhorou muito. Elas ainda erram, mas a quantidade de acertos impressiona em vários momentos.

Toda essa intuição é fruto do nível de aprimoramento do machine learning. Não é raro que algum amigo nos diga algo como “Veja tal filme! Certeza que você vai gostar”. Isso explica por que os sistemas embasados na inteligência artificial geram máquinas cada vez mais próximas dos seres humanos.

Em situações como essa, o papel da IA reside em fornecer informações importantes para o direcionamento de produtos e serviços. A tecnologia permite que a sua empresa envie mensagens específicas para cada determinados grupos de clientes. A cada acerto na sugestão, a empresa ganha um ponto a mais na avaliação do cliente.

Computação em nuvem

A adoção da nuvem como destino do armazenamento de dados já é uma realidade tanto para empresas como para usuários comuns. No caso corporativo, a tecnologia em nuvem ganha ainda mais evidência por conta das múltiplas vantagens proporcionadas por ela.

Um dos pontos favoráveis se resume ao aumento indiscutível da segurança dos dados que estão sob responsabilidade da empresa. O vazamento de dados é um evento que tem tirado o sono de muitos clientes. O armazenamento em nuvem promove barreiras que dificultam muito qualquer tentativa de intercepção desses dados.

Além disso, a organização também pode usar os servidores em nuvem para a realização de backups. Toda a infraestrutura operacional é oferecida pela prestadora do serviço, o que livra a empresa contratante de possíveis dores de cabeça.

Com a tecnologia adequada, os gestores têm a certeza de que, se necessário, todos os arquivos poderão ser imediatamente recuperados. A perda e consequente demora na restauração de arquivos pode deixar a empresa inoperante durante aquele intervalo.

A depender do nicho de atuação e do porte do negócio, os prejuízos tendem a ser devastadores. A tecnologia em nuvem acelera a fase de retomada das operações normais de qualquer empresa. Além disso, a economia de espaço interno para guardar os servidores físicos também é um aspecto que merece destaque.

Chatbots

Antes, os serviços de mensagens automáticas dos sites e aplicativos era extremamente precário. Atualmente, chama a atenção a facilidade em confundir o atendimento humano com aquele fornecido por robôs. Se eles ainda não podem ficar totalmente sozinhos, parece que não falta muito pouco para isso.

Seja mais ou menos artificial, o ganho de tempo da empresa com os bots é inegável. Muitas vezes, eles são tudo o que o cliente precisa para resolver um problema. Mesmo que não falhem ao tentar solucionar um caso, os bots ainda são úteis ao agendar um atendimento humano, por exemplo. Em qualquer um dos casos, a sua empresa só tem a ganhar.

Quais são as vantagens de utilizar a inteligência artificial?

Diante de todo o resumo feito até então, fica fácil constatar que a inteligência artificial proporciona muitas vantagens para a sua empresa, como:

Alta precisão e previsibilidade

Um dos pontos comentados ao longo deste guia é justamente a adoção da inteligência artificial nas projeções de múltiplos cenários. Não há dúvida que, antes da IA, essa tarefa era muito desgastante e sujeita a erros. A referida tecnologia não usa nenhuma bola de cristal, mas a porcentagem de acerto é muito maior em comparação com a de um ser humano.

Além disso, não se trata apenas de precisão da previsão. O volume de dados analisados em segundos ou minutos por um sistema com IA exigiria muito mais tempo, se feito manualmente. Do ponto de vista prático, a tarefa seria totalmente inviável em boa parte dos casos.

Análise de dados em profundidade

Tão importante quanto ter um grande volume de dados é a habilidade de correlacioná-los das mais diferentes formas. Com os cruzamentos certos dos dados, a inteligência artificial consegue extrair o maior número possível de informações úteis. Isso pode ser exibido em relatórios muito mais precisos, como comentado há pouco.

Automação de processos

A execução de muitos processos também é um problema para a maioria das empresas. Mesmo para quem tem um negócio relativamente pequeno, a automação de processos mais mecânicos melhora a qualidade do ambiente de trabalho.

Com frequência, a automação é uma exigência do próprio mercado. Difícil conceber o setor automotivo, por exemplo, sem a automação da maior parte do processo de montagem de veículos. De forma análoga e proporcional, você também pode fazer o mesmo no seu negócio. Basta avaliar o que poderia ser automático, a fim de melhorar os resultados finais.

Melhoria constante

O ser humano aprende uma língua e aprimora a sua linguagem por meio da criação de orações complexas. Mas a aprendizagem dele não para por aí, pois ainda é necessário saber como se comunicar em circunstâncias específicas. Ele precisa estar apto a se adaptar a diferentes contextos, como aqueles caracterizados pelo uso de neologismos.

Basicamente, a inteligência artificial é amparada no mesmo princípio de aprendizagem contínua. Ao simular as redes neurais humanas, a IA deve, sobretudo, desenvolver soluções criativas para problemas específicos. Nós fazemos isso todos os dias. Espera-se que, com a inteligência artificial, as máquinas possam efetuar o mesmo. Ao menos, a ambição segue essa linha de raciocínio.

Quais empresas já estão usando inteligência artificial?

Geralmente, as pessoas entram em contato com todo esse mundo da Inteligência artificial por meio do contato com grandes empresas. Então, nada melhor do que mencionar alguns feitos das seguintes empresas:

Netflix

Como exemplo do streaming, a Netflix investe alto na aproximação da sua relação com o usuário. A empresa não se limita à apresentação clássica do seu catálogo tradicional de séries e filmes. Ao navegar, o usuário visualizará as sessões de romance, comédia, drama, etc. Contudo, a Netflix também proporciona abas específicas, criadas a partir do que o cliente viu ou demonstrou interesse em ver. Eis uma forma de enxergar o poder da antecipação de cenários.

Google

Você já viu o vídeo em que o Google Assistant agenda uma mesa em um restaurante? O feito é tão notável que chega a ser um pouco assustador. Uma das características da fala é a prosódia, que abrange as variadas entonações que usamos durante um diálogo. No episódio em questão, o mecanismo de IA do Google imita até as hesitações que fazemos enquanto conversamos.

O que mais chamou a atenção durante a conversa entre o bot e a atendente foi o desenvolvimento das respostas do primeiro com base nas informações da segunda. O nível de espontaneidade é tão profundo, que fica praticamente impossível identificar que aquilo é um robô.

Voltando para o cotidiano, a inteligência artificial do Google também aparece no seu tradutor. Ainda não é perfeito, claro, mas a qualidade das traduções melhorou bastante nos últimos anos. Conforme o tipo de documento, os ajustes necessários são mínimos.

Waze

Já o famoso Waze usa a inteligência artificial para cruzar os dados de informações online sobre o trânsito e as rotas disponíveis. Desse modo, o aplicativo consegue informar ao motorista qual é a melhor rota naquele exato momento. Dado o enorme volume de veículos, principalmente nas grandes cidades, o Waze propicia uma preciosa economia de tempo.

Amazon

Em sua plataforma de streaming, o Amazon Prime Vídeo, a multinacional é comparável ao que é feito pela Netflix e outras empresas de streaming, como o Spotify. Assim, a recomendação de títulos é uma resposta à utilização do serviço pelo usuário. Quanto ao e-commerce, a Amazon usa a IA para indicar produtos semelhantes àquele que será adquirido pelo cliente.

Como você viu, a utilização da inteligência artificial é uma maneira inteligente de inovar e otimizar resultados. O problema é que muitos gestores não fazem ideia a respeito de como implantar a cultura da inovação nas suas empresas. Com a nossa ajuda, esse processo se torna muito mais simples.

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